quinta-feira, 23 de agosto de 2012

Afinal o que é um projeto?

Confira no vídeo uma pequena demonstração de o gerenciamento de um projeto faz toda a diferença para o bom resultado.



Geração Y: Jovens ocuparão cargos de gestão nas empresas em pouco tempo


Nos próximos anos, o mundo corporativo deve sofrer uma significativa mudança no perfil de suas lideranças. Segundo uma pesquisa da Amcham (Câmara Americana do Comércio), que entrevistou mais de 85 profissionais de Recursos Humanos, 80% deles acreditam que, em curto prazo, os jovens irão ocupar cargos de gestão nas empresas.

O motivo da rapidez das promoções de cargos de chefia está no cenário de crise mundial, escassez de profissionais e disputa por mão de obra qualificada. Na percepção de 74% dos entrevistados, é preciso acelerar os planos de carreira de jovens para reter talentos e impulsionar a competitividade dos negócios.
Assim, 33% deles afirmam que suas empresas já executam programas de formação de jovens líderes e outros 37% já sentiram a necessidade de começar a realizar esse tipo de ação em curto prazo.

Qualificação

Para promover um jovem a posição de gestor, as empresas devem investir, primeiramente, em qualificação comportamental e coaching, afirmaram quase 70% dos profissionais de RH. Outras preocupações, como monitoramento e avaliação de desempenho dos iniciantes e criação de planos de carreira personalizados, foram citadas como passos posteriores que as empresas devem tomar.
Na avaliação dos entrevistados, os setores em que a necessidade de promoção prematura é mais acentuada são em tecnologia, varejo, comunicação e indústria.
Fonte: Administradores.com

Dilma é capa da revista Forbes e fica em 3º no ranking de mais poderosas


A presidente Dilma Rousseff é capa da revista "Forbes" que traz o ranking anual de mulheres mais poderosas do mundo. Pelo segundo ano consecutivo, Dilma aparece na terceira colocação da lista.

A chanceler da Alemanha, Angela Merkel, ficou em primeiro pela segunda vez seguida. A secretária de Estado dos Estados Unidos, Hillary Clinton, é o segundo nome na lista, numa repetição das três primeiras colocadas de 2011.
Completam os cinco primeiros lugares Melinda Gates, co-presidente da Fundação Bill & Melinda Gates e mulher de Bill Gates, e Jill Abramson, editora-executiva do "New York Times".
Outras duas brasileiras aparecem na lista, a presidente da Petrobras, Graça Foster, na 20ª posição, e a modelo Gisele Bündchen, na 82ª posição.
A entrevista para editora e presidente da Forbes Woman, Moira Forbes, foi concedida com exclusividade pela presidente Dilma Rousseff na manhã de 3 de agosto, em seu gabinete no Palácio do Planalto. O encontro não constou na agenda oficial da presidente. No lugar, indicava apenas uma reunião com a ministra de Comunicação Social, Helena Chagas.
O texto da revista sobre Dilma diz que as últimas décadas do Brasil foram "formidáveis" porque, entre outras coisas, o país conteve a inflação, privatizou e fez o PIB crescer.
A  entrevista começa com uma suposta conversa que Dilma teve com um jovem casal. Segundo a reportagem, o pai da família deixou o emprego de motorista de ônibus para se dedicar ao cultivo da terra após modernização da infraestrutura no campo. Com isso, o jovem teria dito a presidente que com a nova profissão "ganha quatro vezes mais". E a revista diz que a aposta do Brasil é o "empreendedorismo".
Segundo a revista, o "Brasil se tornou um dos países mais empreendedores do mundo, com um em cada quatro adultos empregados de alguma maneira" e considera a taxa de desemprego, de 5,8%, como "invejosa". 
A reportagem enumera outras conquistas do Brasil, fala sobre o passado militante de Dilma durante a Ditadura Militar e encerra com os desafios do país.
Segundo a Forbes, a inflação continua a ser uma "preocupação real" e cita a demissão dos ministros de Dilma para dizer que a corrupção ainda é um problema no Brasil.

À noite, no Palácio do Planalto, o ministro da Educação, Aloizio Mercadante, comentou o ranking e destacou o papel da educação para o Brasil melhorar suas posições. Ele falou após reunião com Dilma e o presidente da União Nacional dos Estudantes, Daniel Iliescu.
"O sentimento na sala é que, por enquanto, estamos em terceiro, mas nós estamos subindo na escala e, logo, logo, esperamos que o Brasil esteja na capa em primeiro lugar. [...] Eu acho muito bom que a presidenta tenha a projeção que ela tem. Agora, para a gente realmente, não só ser uma nação mais rica, mas uma nação desenvolvida, a educação tem de estar na capa de todas as publicações", disse.
Fonte: G1.com.br

Seus relatórios de status do projeto são confiáveis?


Imagine que você tem uma reunião marcada com seu diretor, na qual serão apresentados os relatórios sobre o andamento do projeto em que estão trabalhando. Ele está ansioso pelo status report, que provavelmente terá indicadores como atendimento à prazo, atendimento à custo, produtividade, índice de qualidade, entre outros.
Você está tranquilo: sua empresa conta com um sistema de gestão que compila e organiza essas informações. Basta pegar os dados e exibi-los ao diretor.

A reunião começa embalada, você relata os dados do status report durante sua apresentação e o seu diretor fica intrigado com os informes sobre pendências, ações, indicadores. Até que tem um estalo: “espere um pouco: esses dados não mudaram nada desde o último relatório, ou estou confuso aqui?”.
Você começa a suar, pensa que pode ter havido algum engano, mas os números são exatamente os mesmos da semana anterior. É quando estremece a qualidade mais preciosa na relação entre parceiros de negócios: a credibilidade.
Uma das razões que podem levar a essa situação incômoda é a falta de atualização dos dados do projeto pelos integrantes da equipe. A disciplina é virtude dura de ser conquistada, mas necessária. Todos os profissionais envolvidos, independente da função exercida, devem atualizar as informações dos sistemas. Seja da especificação, da codificação, de testes ou de que área for, é preciso ter atenção especial ao sistema de gestão. Só assim o gerente de projeto (GP) terá condições de acompanhar o andamento de uma tarefa, o custo, as horas de esforço, a qualidade das entregas, entre outros.
Outra atitude que pode evitar aquela reunião desagradável é o “índice de confiabilidade”, um simples indicador que o sistema repassa diretamente ao gerente de projeto. É simples: basta implementar uma equação que leve em conta as últimas atualizações de dados de esforço e progresso com seu volume. Pode-se fazer uma escala de zero a 100% e criar uma regra em que os dados só sejam confiáveis se estiverem acima de um certo índice.
Com esse sistema, ao elaborar seu status report, você pode ver que o índice está “aproximadamente 60%” e tomar a decisão de solicitar a atualização de dados antes de prosseguir – e evitar o constrangimento com o seu cliente. Outra vantagem é poder conferir que a última atualização dos dados foi realizada há mais de uma semana.

Fonte: Project Builder

terça-feira, 21 de agosto de 2012

Ruídos do projeto

Uma empresa sem uma boa gestão abre brechas para possíveis entraves na comunicação:


Conheça o IDGP e garanta  o sucesso do seu projeto!

Coaching - Garanta o seu sucesso profissional com o suporte de uma empresa dedicada à desenvolver o potencial humano e organizacional.




O IDGP é uma empresa dedicada à desenvolver o potencial humano e organizacional através do aprimoramento e ensinamento de gestão nos seus mais amplos aspectos.
O desenvolvimento de uma carreira em gestão é um passo definitivo na vida profissional de todo indivíduo. Com uma grande variedade de caminhos, escolher como desenvolver sua carreira é uma tarefa que precisa de cuidado e atenção.

Através do desenvolvimento da gestão os riscos de fracasso diminuem durante o ciclo de vida do projeto, potencializando, ao mesmo tempo, as oportunidades de ocorrência de eventos favoráveis para o sucesso.

Com o intuito de desenvolver seu plano de carreira da área de gestão de projetos, o IDGP desenvolveu o PM Coaching. Com profissionais experientes e certificados na área, temos competência para lhe indicar os caminhos possíveis para que você e/ou sua organização cheguem onde quiser.

Através de uma metodologia de sucesso, são estimuladas e exaltadas competências pessoais e profissionais, visando superação de obstáculos para o alcance de objetivos, explorando o máximo de seu potencial criativo, intelectual e emocional.

As diferenças entre o empreendedor e o gestor

O primeiro impulso após ter um sonho de empreender é acreditar, e muito além de acreditar é colocar a mão na massa. Trabalhar e trabalhar... Quem acredita que sendo empreendedor vai trabalhar menos, que como colaborador de uma empresa, está profundamente enganado. Se o que te move a empreender, é o pensamento de trabalhar menos, muito provavelmente terá uma grande decepção.



Recentemente assisti a um vídeo do grande Silvio Santos, um dos maiores comunicadores e empreendedores que conheço. No vídeo ele fala de forma bem informal para seus colaboradores, deixa bem claro, entre outras dicas, a que considero mais simples e mais profunda que é:
"Só não segue o objetivo, quem acredita que as coisas são fáceis. Todas as coisas são difíceis, todas as coisas tem que ser lutadas. Quando você consegue uma coisa fácil, desconfie, porque ela não é tão fácil quanto parece. Continue trabalhando, continue apostando na sua intuição, continue com os pés no chão. Não se importe com que sua esposa fala, com que seus filhos falam, com que seus amigos falem. Se importe com que você vive no dia-a-dia. Pelo menos foi assim que eu conseguir ir de camelô a banqueiro".
O ser empreendedor é um ser de comportamentos específicos, confunde-se comumente gerir um negócio com empreender, e nada tem em comum. O administrador é um profissional moldado em esforço no estudo de técnicas administrativas, comprovadas após utilizadas em organizações.
O empreendedor é motivado pelo comportamento e atitude, é alguém que gosta do imprevisto, do risco, da instabilidade de empreender. Certa vez ouvi um amigo dizer que empreender é solitário, e é mesmo, pois as decisões são solitárias. Empreender é absorver as dificuldades, a instabilidade de um ambiente e transformá-lo virtualmente em um ambiente seguro e confortável para quem não consegue lidar com essas variáveis.
Todo os administrador pode ser um empreendedor, mas o empreendedor nem sempre é um bom administrador. Muitos empreendedores quebram por não aceitarem que não são bons gestores e não terem humildade para reconhecer tal fato, procurando aperfeiçoamento ou ajuda de um profissional, de um administrador.
Uma pesquisa do Sebrae demostrou que das empresas que se tornaram inativas, 68% tiveram como motivo declarado a dificuldade com habilidades gerenciais.
Estas pesquisas comprovam que fazer um negócio acontecer, é uma coisa e mantê-los saudáveis, depende muito de capacidade gerencial. Neste ponto que reforço a importância do profissional de gestão, capacitado para tal.
O empreendedor pode até gostar de gerir, mas geralmente gosta mais de empreender e são coisas quase que antagônicas, em devidos momentos, atitudes empreendedoras, se olhadas pelo prisma da teoria administrativa, não passaria de total loucura. Posso falar isso, pois, estudei sete anos de administração de empresas e se me dissessem, ainda nos bancos acadêmicos, que tomaria decisões baseadas em intuição, eu consideraria essa pessoa um herege corporativo.
O empreendedor muitas vezes se vale de intuição e bom senso, para assumir o risco, fatores totalmente subjetivos o movem. O que é bom senso para mim, pode não ser para o outro. O empreendedor oferece soluções antes de serviços, vende pelo resultado e nunca pelas características de seu produto/ serviço. Ser empreendedor é uma cultura.
A maioria dos empreendedores cruzaram em seu caminho pelo fracasso, mas se temos 68% de empresas que quebram antes dos quatro primeiro anos, por que não somos comumente defrontados com história de fracasso?
Pesquisando no Google por Histórias de Sucesso ceguei a 7.690.000 resultados contra 1.290.000 de histórias de fracassos. Sabe por que isso acontece?
Espera aí! se somente 32% das empresas sobrevivem nos primeiro quatro anos, por que tão poucas histórias de fracasso? não deveria ser ao contrário?
Essa discrepância estatística se deve ao fato de que o empreendedor conta seus insucessos pela vitória, ou seja, o fracasso foi só uma etapa para conquista da vitória. O empreendedor é resistente ao fracasso e faz dele trampolim para a vitória.
O empreendedor é focado no reconhecimento, até aceita o dinheiro como medalha, mas seu prazer é pela competição. O empreendedor é meio como um atleta, é tolerante a falhas, mas é obcecado pela vitória.
Quando a rotina começa é hora de um empreendimento novo. Esse é o ser empreendedor.
Fonte: administradores.com