sexta-feira, 14 de dezembro de 2012

Metas: ter ou não ter, eis a questão

Metas são excelentes para quem quer crescer na vida e nos negócios. O problema é que as metas, se não forem bem trabalhadas, mais paralisam do que impulsionam as pessoas.

Eu gosto de metas, mas sei o quanto elas podem fazer mal quando não são bem delineadas e explicadas aos colaboradores. Sou a favor de termos metas e também comungo da ideia de que elas devem ser desafiadoras. Porém, vou dizer algo que você não lê com frequência: "para a maioria das coisas grandes que a gente conquista na vida, não tínhamos metas ousadas ou sequer tínhamos alguma".
 
Quando meu primeiro filho estava para nascer eu não tinha emprego. Minha meta, se é que podemos chamar assim, era ter condições de comprar fralda e leite para ele, afinal, raramente alguém no fundo do poço consegue pensar em metas desafiadoras. O que a gente quer mesmo é ser capaz de manter o sustento básico. Com paciência e persistência as coisas foram mudando e, acredite, a maior parte das coisas que conquisto é porque ainda penso que preciso comprar leite e fraldas, e não porque traço metas mirabolantes.
É claro que entendo que precisamos pensar grande, desejar mais da vida, contudo, falar isso para quem não tem grana nem para um pacote de fraldas não tem o mesmo som de quando falamos para quem já está num patamar mais elevado.
Para mim, as melhores metas são aquelas que não focam em dinheiro, em volume de vendas ou produtividade. Se você falar para um vendedor que ele tem que vender um milhão de reais por mês, isso pode assustá-lo e não surtirá o efeito que a empresa deseja. Já se ele tiver como meta que sua família sinta orgulho por ser o melhor vendedor do mês e poderão ter uma farta ceia de Natal seu empenho será totalmente diferente. As empresas estão errando em dar metas para seu pessoal focando no quanto eles têm que vender ou produzir. Os líderes têm que compreender que devem mostrar o quanto os colaboradores vão ganhar, e não no quanto a empresa quer vender.
Deste modo: em vez de dizer "precisamos vender um milhão de reais este mês", devem falar: "quero que cada um ganhe 10 mil reais por mês, pois assim poderão comprar o carro dos sonhos, a casa própria, o brinquedo do filho. Portanto, façam suas contas e vejam quanto precisam vender/produzir".
Paulo, mas e os que não desejarem ter ou dar isso à família? Simples, aí você decide se deve ficar com eles, pois fazem um bom trabalho, mesmo não tendo ambição de crescer, ou se os demite, caso precise de pessoas mais arrojadas, ambiciosas.
Você, colaborador, foque diferentemente as suas metas. Não pense em ganhar dinheiro e mais dinheiro. Pense em colocar mais sorrisos no rosto dos seus clientes, e no rosto de quem ama, em dar conforto à sua família, em comprar a bicicleta nova para o filho, ou, de pelo menos dar a ele um tênis novo para ir ao colégio. Isso é muito mais valioso do que bater metas da empresa. Modificando o foco você tem muito mais condições de bater qualquer outra meta que receber.
fonte: administradores.com

Jornal esportivo americano deixará de ser impresso após 126 anos

O jornal Sporting News, uma publicação editada há 126 anos e que cobre esportes norte-americanos, deixará de ser impresso e se transformará em digital a partir de 1º de janeiro de 2013.
"Admitimos que essa não é uma decisão popular entre nossos fãs mais leais, afirmaram os editores Garry Howard e Jeff Price em um post em um blog da própria publicação esta semana. 'Infelizmente nem nossa base de assinantes nem o mercado atual de anunciantes para a imprensa escrita nos permite operar um negócio lucrativo no futuro', continuou.
 
O jornal é propriedade do American City Business e publicou sua primeira edição em 1886.
"Após 126 anos de impressão em papel e tinta com frequência semanal, quinzenal ou mensal, o Sporting News se transformará em uma marca digital a partir de 1º de janeiro de 2013", afirmou o texto.
A publicação afirmou que, devido ao interesse demonstrado pelos leitores, continuará publicando em papel seus anuários específicos de alguns esportes. A maioria de seu conteúdo será oferecido de forma gratuita na internet ou em aplicativos móveis.

quinta-feira, 13 de dezembro de 2012

Inscrições abertas na IDGP para cursos em Gestão



Sabemos que o mercado de trabalho está cada vez mais competitivo. Não é de hoje que ter apenas uma formação superior é garantia de sucesso profissional. Sendo assim será através do desenvolvimento das cada habilidade pessoal que o destaque no meio profissional sera alcançado. 


 Os executivos atuais são pressionados para buscar formas de criar valor em suas organizações e apresentar resultados efetivos para as estratégias formuladas. Tais necessidades são atendidas através de projetos e programas para produzir benefícios e, ao mesmo tempo, otimizar os sempre escassos recursos organizacionais. As companhias de maior sucesso possuem mais de 50% de seus profissionais em atividades conduzidas em forma de projetos em programas. 



Através dos programas voltados ao estudo da gestão, os profissionais irão desenvolver competências relacionadas à criação de valor e transformação organizacional estimulados através de estudos de casos, aprendizado experiencial, simulações e apresentações que produzirão impacto organizacional desde a formulação de estratégias até a sua implementação, fundamentadas em uma liderança transformadora e equipes de alta performance. 


 
Dessa maneira são elaboradas atividades relacionadas para atingir um conjunto de objetivos pré-definidos, num certo prazo, através da mobilização de recursos técnicos e humanos. As possibilidades de fracasso diminuem e o sucesso do projeto será consequência da dedicação e conscientização.

Clique aqui e confira os programas abertos.

Os novos direitos dos trabalhadores domésticos: um tiro pela culatra?

Aprovada em segundo turno na Câmara dos Deputados, por imensa maioria de votos – 347 a favor a apenas 2 contra - a Emenda Constitucional 478/2010 por meio da qual se pretende alcançar a revogação do parágrafo único do artigo 7º da Constituição Federal de 1988: São assegurados à categoria dos trabalhadores domésticos os direitos previstos nos incisos IV, VI, VIII, XV, XVII, XVIII, XIX, XXI e XXIV, bem como a sua integração à previdência social.

A PEC, que agora segue para votação ao Senado Federal, tem por objetivo adequar o tratamento legal conferido aos trabalhadores domésticos nos termos da Convenção Internacional do Trabalho 189, aprovada em junho de 2011 pela Organização Internacional do Trabalho, da qual o Brasil participa como país membro e signatário. Esta adequação é necessária na medida em que em nosso país os trabalhadores domésticos não são tutelados, como os demais trabalhadores, pela Consolidação das Leis do Trabalho, e sim pela lei 5.859/72 e Decretos 71.885/73 e 3.361/00.



Na prática isto significa que se pretende é assegurar aos trabalhadores domésticos direitos tais como o recebimento de horas extras (consideradas a jornada padrão de 8 horas diárias e 44 horas semanais), adicional pelo trabalho noturno (considerado, para os trabalhadores urbanos, o realizado entre 22h00min e 5h00min), salário-família, Fundo de Garantia por Tempo de Serviço, seguro-desemprego, benefício por acidente de trabalho, adicional de periculosidade ou insalubridade.
Como toda alteração legal, faz-se necessário refletir sobre suas consequências. Se de um lado se reconhece por justo conferir aos empregados domésticos os direitos já assegurados aos demais trabalhadores, de outro lado temo pela perda de significativo número de postos de trabalho.
Diferentemente do trabalhador empregado em empresa, o trabalhador doméstico exerce suas funções em favor de uma família, no ambiente da residência, tendo no exercício de suas funções características muito próprias e diferenciadas. Por exemplo, dificilmente há controle efetivo de sua jornada, pois muito mais importa ao empregador a realização das tarefas do que o tempo de sua realização. Ainda, muitas são os empregados domésticos que permanecem sozinhos na residência enquanto seus patrões encontram-se trabalhando ou exercendo suas atividades externas.
Nada obstante a certeza de que os trabalhadores domésticos merecem a tutela da lei, conservo quase igual certeza de que muitos poderão perder seus empregos e justifico minha compreensão. Por integrar o orçamento doméstico, muitas famílias já não contam com empregados domésticos e optam por contratar diaristas, o fazendo na intenção de justamente não configurar o vínculo empregatício e responder pelas obrigações trabalhistas – alertando-se ao fato de que há compreensão jurisprudencial predominante no sentido de que se a diarista trabalhar mais de duas vezes por semana já se configura o vínculo (sem embargos das compreensões minoritárias no sentido de que já se caracteriza o vínculo com labor exercido duas vezes por semana).
Se muitas famílias já se utilizam deste expediente, penso que muitas outras também o farão em razão do considerável aumento dos encargos trabalhistas, pois o impacto no orçamento doméstico será por demais significativo, muitas vezes a ponto de inviabilizar a continuidade do emprego e até mesmo de incentivar a informalidade.
Perderão muitos empregados domésticos postos de trabalho? Preferirão patrões e empregados assumir o risco da informalidade? Estas conquistas dos empregados domésticos são, de fato, conquistas práticas para toda categoria? No fim das contas, haverá benefício ou prejuízo? Estas são apenas algumas de muitas questões que só com o passar do tempo e teremos as respostas, cabendo-nos por ora, aguardar seja concluído o trâmite legislativo e refletir sobre um futuro não tão distante.
Em minha particular opinião – gostaria muito de estar equivocado e respeito opiniões outras – o tiro sairá pela culatra, pois de nada adianta aquilatar o rol de direitos de quem não os poderá gozar diante da provável perda do emprego ou não contratação. Salvo exceções, minha triste expectativa segue no sentido de prejuízo à grande maioria dos empregados domésticos que, repito, em razão da evidente oneração, perderão seus postos de trabalho.
Fernando Borges Vieira é advogado e sócio sênior do Escritório Manhães Moreira Advogados Associados, onde coordena as Áreas de Inteligência das Relações de Trabalho e Comunicação Corporativa.
fonte: administradores.com

Deixe de insistir e viva o diferente

Muitas vezes, perdemos tempo insistindo em algo que não renderá frutos para nossa vida por pura teimosia. Até que ponto deixamos de ser persistentes para nos tornarmos teimosos?
Semanas atrás recebi um e-mail de uma pessoa que estava tentando algo em seu trabalho que estava claro que não iria progredir conforme as expectativas dela. E eu perguntei se não seria aquele o momento de parar de tentar. O caso é específico, mas se pensarmos bem, muitas pessoas podem estar passando por momentos similares de vida (não apenas profissional).

Não existe uma resposta certa, cada pessoa tem de parar e profundamente analisar aquilo que é realmente importante em sua vida, para saber se é o momento de continuar tentando ou simplesmente buscar uma nova rota.
 
 
Se for o sonho da sua vida e, após refletir muito, tiver a certeza que não vai aguentar viver sem ter feito isso, tem mais é de continuar e criar uma estratégia para se tornar relevante ao cargo. Procure cursos que complementem sua formação, reforce seus idiomas, procure uma faculdade de prestígio, aumente seu networking ou se envolva em projetos que ajudem você a dar o próximo passo.
Agora se você está fazendo simplesmente no automático, talvez seja o momento de repensar e mudar. A vida não é estática. A vida não pode ser milimetricamente planejada. O medo do novo, de mudar, de experimentar o diferente gera acomodação e é ela que faz você não sair do padrão que criou para você mesmo.
Mudar não é fácil, mas faz um bem realizador. Se quiser dar o primeiro passo para mudar comece a listar tudo que faz rotineiramente, para não cair no erro de reforçar essas ações e desenvolva a lista do diferente.
Um trajeto diferente para o trabalho, um celular diferente, um curso diferente, um evento diferente, uma viagem diferente, um restaurante diferente, um relacionamento diferente, etc. Quanto mais "diferente" você começa a ser, mais o medo de mudar vai deixar de existir. Comece com as coisas pequenas, e você verá que a coragem de mudar coisas maiores vai aparecer.
Não gaste seu tempo à toa, parafraseando meu amigo Miguel Cavalcanti, o mais complicado na maior parte das vezes não é gestão do tempo, é a gestão da coragem. Coragem de fazer o diferente! Que tal começar agora? Acesse um site diferente ou mande uma mensagem para uma pessoa diferente!
Viva o diferente!
fonte: administradores.com

sexta-feira, 7 de dezembro de 2012

Coaching: 5 “micos”comuns nas festas de confraternização

As festas de confraternização já começaram. Você já foi convidado? Então, antes de aceitar o convite saiba o que pode acontecer. Quem trabalha em RH que o diga. Surgem histórias, algumas muito boas e divertidas, outras, nem tanto...



"QUEREM QUE EU SEJA SINCERO COM VOCÊS?"
Restaurante fechado, mesas reservadas e a festinha rolando com total animação. Todos se divertiam e sorriam até que o diretor com "12 anos" na cabeça (Uísque, viu?!) decidiu subir na mesa e fazer uma seção de feedback, profissional e pessoal.
Causou indignação, espanto e lágrimas... terminou dizendo: "Eu amo todos vocês!"
Resultado: Ele não se lembrava de absolutamente nada do dia seguinte.
"OLHA A ÁGUA!"
A festa de confraternização foi "in company". Bastava empurrar os móveis e arrumar a mesa para receber os sanduíches de metro e os refrigerantes.
Um engraçadinho então decide retirar o bebedouro do lugar para acordar o colega que não estava muito entusiasmado com a festinha.
Resultado: Um pequeno dilúvio e festa cancelada pelos próximos 100 anos.
"QUEM QUER CARONA?"
A festa de confraternização foi marcada num sítio no interior de São Paulo. Carona seria um problema, mas a turma do telemarketing resolveu a situação alugando uma Van. O veículo, sem manutenção, enguiçou na porta do evento impedindo a entrada de todos os convidados. Com direito a fumaça e xingamento por parte do motorista.

Resultado: Todos os convidados tiveram que estacionar na estrada e assim permaneceram até o final do evento.
"TÔ NA PISTA!"
Em 2010 uma empresa de eventos que prestava serviços para meu cliente teve muitos problemas com seus garçons. Eles eram rapazes muito bonitos.

Resultado: As funcionárias da empresa se empolgaram na bebida e, infelizmente, pensaram estar no "clube das mulheres".
Resultado: Ficaram mal faladas, porém de namorado novo.
"ODEIO CESTA DE NATAL!"
A colaboradora acabou de receber uma cesta de Natal da empresa...

Você pensa: que bom, afinal ser lembrado é algo fantástico, inclusive diversas pesquisas sobre satisfação dos funcionários sempre apontam reconhecimento como o primeiro item da lista dos desejos.

Porém, ao invés de agradecer aos patrões ela, muito brava, diz: - Como eu vou levar isto?
Resultado: No ano seguinte a moça não fazia mais parte do quadro de funcionários.
Fonte: administradores.com

3 passos para ser mais eficiente no trabalho


Com o fim de ano, sua lista de tarefas para serem cumpridas possivelmente só aumenta. Para ajudar você a ser ainda mais eficiente e conseguir cumprir todos os trabalhos e exigências sem estresse, separamos três dicas simples separadas em passos para que você alcance maior rendimento em seu trabalho ou nos estudos.



Confira três passos para ser mais eficiente no trabalho: 

  1. Estabeleça suas prioridades
O primeiro passo é provavelmente o mais importante. Separe alguns minutos para listar todas as coisas que precisa realizar e, em seguida, hierarquizar as mais importantes e urgentes.

 2. Elimine as tarefas opcionais
Quando se está muito ocupado, é melhor eliminar as tarefas opcionais para que as mais importantes ou urgentes não sejam prejudicadas. Ao escrever tudo o que você deve fazer, identifique as coisas que podem ser deixadas para outro dia ou momento e se concentre no que é mais relevante.

3. Não complique as tarefas
Se você tem alguma tarefa que exige pesquisa, por exemplo, não espere que todas as informações sejam reunidas para que você possa começar a escrever. Procure montar pelo menos um rascunho para que já possa identificar quais são os principais aspectos ou problemas que devem ser tratados no texto. Da mesma forma, em outras tarefas, não passe por burocracia desnecessária, seja objetivo.

fonte: universia.com