quinta-feira, 16 de agosto de 2012

Conheça empreendedores que se tornaram presidentes dos EUA


Estimular o empreendedorismo movimenta a economia de qualquer país. Até as grandes nações, como os Estados Unidos, dependem do comércio das pequenas empresas para gerar empregos e aumentar a renda da população. Os governantes sabem muito bem disso. Alguns, inclusive, conheceram de perto, no passado, os desafios enfrentados por pequenos empresários. O site da revista Entrepreneur selecionou oito ex-presidentes dos EUA que já se aventuraram no mundo dos negócios. Confira: 
Abraham Lincoln (mandato: 1861 a 1865)

Único presidente dos EUA a receber uma patente, Abraham Lincoln inventou um equipamento para levantar barcos sobre bancos de areia. Lincoln também foi dono de uma loja de artigos gerais.
Warren G. Harding (mandato: 1921 a 1923) 

Em 1884, quando tinha apenas 19 anos de idade, Warren Harding abriu um jornal impresso em Ohio. Em parceria com alguns amigos e sua mulher Florence, o ex-presidente dos EUA liderou oThe Marion Star que, posteriormente, tornou-se um negócio bastante lucrativo. 
Herbert Hoover (mandato: 1929 a 1933)

Formado em geologia pela Universidade de Stanford, Hoover criou sua própria empresa de engenharia de mineração em 1908. Sua empresa deu tão certo que chegou a empregar 175 mil funcionários.
Franklin D. Roosevelt (mandato: 1933 a 1945)

Vítima de poliomelite, Roosevelt fundou um instituto de reabilitação no ano de 1927. O Roosevelt Warm Springs Institute for Rehabilitation existe até hoje e atende cerca de quatro mil pessoas doentes por ano.
Harry Truman (mandato: 1945 a 1953)

Após servir ao Exército na França durante a Primeira Guerra Mundial, Truman retornou a Kansas, nos EUA, onde abriu uma pequena loja de roupas masculinas. Para tocar o negócio, Truman contou com a ajuda de Eddie Jacobson, um amigo dos tempos de guerra. Mo, como era chamado o estabelecimento, durou três anos, mas não sobreviveu à recessão do pós-guerra.
Jimmy Carter (mandato: 1977 a 1981)

Quando o pai de Jimmy Carter faleceu, em 1953, sua família quase perdeu a fazenda que tinha em Plains, na Georgia. Para ajudar a sustentar a família, ele se demitiu da Marinha, onde trabalhava e passou a se dedicar à administração da fazenda. Lá,  apostou na plantação e cultivo de amendoim. A ideia deu certo e contribuiu para o sustento da família Carter. 
George H.W. Bush (mandato: 1989 a 1993)

Em parceria com John Overby, George H. W. Bush fundou, no ano de 1951, a Bush-Overby Oil Development Co. O ex-presidente dos EUA e pai de George W. Bush contou com a ajuda de parentes para bancar seu negócio. Herbert Walker, seu tio, investiu cerca de US$ 500 mil na companhia. 
 
 George W. Bush (mandato: 2001 a 2009)




Primeiro presidente dos EUA com MBA, Bush investiu US$ 600 mil no time de baseball Texas Rangers. Em 1998, ele conseguiu revender sua parte por nada menos que US$ 15 milhões – um lucro 2.400% maior que seu investimento inicial.

Fonte: Época.com

Quantidade de robôs no mundo já é quase igual a população de Tóquio


Eles já são mais de 8 milhões. Estão nas casas, nas escolas, nas ruas, nos campos de guerra, nos ares – e chegaram até o planeta Marte. Representam uma esperança ou uma ameaça?

A Próxima edicão da revista Época traz uma matéria sobre o fato. Confira aqui um trecho da reportagem:

A organização dos Jogos de Londres recebeu mais de 30 mil candidatos a carregar a pira olímpica. Entre eles, estava iCub. Um robô. Com 1 metro de altura e articulações que imitam as de um ser humano, ele pode segurar a tocha e correr os 300 metros do revezamento. “O iCub tem a inteligência de um bebê de 18 meses”, diz o criador, Giorgio Metta. “Maneja pequenos objetos, tem expressões faciais, reconhece cores e formas e repete palavras ditadas a ele.” Os argumentos não convenceram o Comitê Organizador. Menor de 12 anos e sem residência no Reino Unido, o iCub foi barrado. Melhor sorte tiveram os 11 robôs fotógrafos da agência Reuters. Pendurados em cabos e orientados à distância, registraram pontos de vista inéditos de esportes como salto em distância e ginástica artística. 



No encontro Rio+20, em junho, no Rio de Janeiro, o robô Hermes, da Força Aérea Brasileira (FAB), garantiu a segurança de 93 chefes de Estado. Hermes é um drone (também chamado de Vant, ou Veículo Aéreo Não Tripulado), capaz de ficar 15 horas seguidas no ar, a 5.000 metros de altitude. Inaugurado pela FAB em 2011 na patrulha das fronteiras brasileiras, atuou pela primeira vez num grande centro urbano. Sonhados pelos homens há centenas de anos – Leonardo da Vinci chegou a rascunhar alguns, no século XV –, os robôs estão tomando o mundo. Este e outros: na última segunda-feira, Curiosity chegou a Marte, na mais ambiciosa missão de busca por vida extraterrestre já feita. Quarenta anos após o último homem pisar na Lua, cabe a robôs astronautas dar grandes passos pela humanidade.


Há 8,6 milhões de robôs no mundo, o equivalente à população de Tóquio, segundo o último censo da Federação Internacional de Robótica (FIR). Seu boom demográfico começou na década de 1960, para dar eficiência às fábricas. Nos últimos anos, o uso em outras áreas se tornou tão comum que os robôs industriais, embora onipresentes nas linhas de produção, representam hoje apenas 16% do total. Cerca de 80% dos robôs são de serviço, dedicados a pequenas tarefas. A maioria (7,3 milhões) são aspiradores de pó Roomba, feitos pela iRobot, empresa fundada em 1990 por inventores do Massachusetts Institute of Technology (MIT). Com o diâmetro de uma pizza grande, Roomba usa sensores para desviar-se de móveis e não cair de escadas. Na hora marcada, ele acorda, aspira o chão e volta à base de recarga. No Brasil, é vendido por importadores independentes, por cerca de R$ 1.400. Em 2010, 2,2 milhões de robôs de serviço foram vendidos no mundo. Até 2014, prevê a FIR, serão mais 14 milhões.
Quando pensamos em robôs, costumamos imaginar homens de metal – parecidos com as imagens do C3PO, de Guerra nas estrelas, ou do Robô, de Perdidos no espaço. Na verdade, a definição de robô é mais ampla. “Não consigo dizer o que é”, afirma o engenheiro americano Joseph Engelberger, um dos pioneiros da robótica. “Mas reconheço um quando vejo.” As definições convergem em certos pontos. A mais aceita diz que robôs são máquinas elétricas autônomas ou semiautônomas programadas para colher e analisar informações que as ajudem a realizar uma tarefa.
Fonte: Época.com

10 sinais de que a empresa em que você trabalha pode estar fechando


Por mais que a equipe não esteja inteirada sobre os assuntos comerciais da companhia, alguns sinais podem indicar que o barco está afundando.


O clima está diferente e há rumores por toda parte. Reuniões são marcadas constantemente e, apesar disso, as decisões estão sendo cada vez mais adiadas. A insegurança toma conta dos profissionais da empresa. Porém, ninguém tem coragem de perguntar ao chefe se ela está sendo fechada ou vendida - e mesmo se perguntassem, provavelmente ele iria negar.
Em tempos de incertezas, muitos profissionais ficam em dúvida se devem ou não se preparar para um outro emprego. Por mais que estes empregados não estejam inteirados sobre os assuntos comerciais da empresa, há sinais de que ela pode estar sendo fechada ou vendida.

O Barco está afundando?

Publicados na Forbes, por Jeff Schmitt, confira os 10 sinais de que sua empresa pode estar sendo vendida:
1. Reforçando aparências: observe se há um reforço de relações públicas. Seus superiores irão encher os e-mails com termos como “a demanda do mercado”, “rápida expansão”, e “perfeitamente posicionado para...”. Você também não está mais recebendo aquelas terríveis advertências de “pontos críticos” que antes faziam questão de apontar. Na teoria, tudo parece bem para os líderes - ou querem aparentar essa situação.
2. Controle de custo: você está percebendo alguns cortes no orçamento? Salários atrasados, corte de bônus, pagamentos atrasados de fornecedores, equipamentos inativados por não mandarem para o conserto, entre outros, são alguns dos sinais que a empresa está passando por problemas financeiros.
3. Vendas pressionadas: o departamento de vendas é um ótimo medidor da “saúde” da empresa. Fique de olho se os superiores andam pressionando as vendas ou a redução de preços nos serviços solicitados. A revisão constante de contratos e informações sobre pagamento antecipado também são maus sinais.
4. Novos rostos: o escritório anda recebendo muitas visitas, mas ninguém da equipe sabe quem são. Eles não interagem com os colaboradores e normalmente fazem reuniões com os gestores - de portas fechadas. É claro que eles podem ser potenciais clientes, mas também podem ser os futuros donos da empresa.
5. Deixando o barco: profissionais estão mudando de emprego ou estão sendo despedidos. Este é outro sinal de alerta. Uma dica é procurar os ex-colegas no LinkedIn e ver para onde eles foram, como para uma empresa concorrente.
6. Fofocas: a expressão “onde há fumaça, há fogo” faz sentido em situações como esta. As pessoas deixam palavras no ar ou escrevem nas redes sociais frases enigmáticos. Você chega em algum lugar da empresa e seus superiores param de falar. Nenhum líder irá contar aos seus subordinados sobre as verdadeiras intenções da empresa.
7. Perguntas: de repende, seu chefe te pergunta como vai o seu trabalho e cobra os resultados. Começam a colocar novas políticas e querem ver trabalhos antigos. Eles podem estar verificando o seu trabalho para o possível comprador.
8. Fraco desempenho: a empresa vem perdendo metas, clientes e vendas. Reuniões e cobranças vão ficando cada vez mais raras e o trabalho está rendendo cada vez menos. Dê atenção a esses fatores.
9. Mantendo o padrão: apesar dos murmúrios e apreensão dos seus superiores, nada tem acontecido de diferente em suas atividades. Você está se sentindo à deriva, fazendo seu trabalho sem um retorno concreto. Não há planos, não há metas definidas ou iniciativas dos seus chefes.
10. Sinta o clima: todos estão forçando a boa aparência, principalmente seus líderes. Nada está acontecendo com sua equipe, mas tem algo no ar. É provável que algo esteja claro para eles, mas os empregados não podem saber de nada. Nessas horas, se os sinais estão gritando o tempo todo, o melhor a fazer é se preparar, atualizar o currículo e procurar novas oportunidades, com calma. Além disso, tudo o que você pode fazer nessas horas é esperar pelo melhor e pelo novo recomeço.

Facebook lança novo design para criação de anúncios


A ferramenta irá agora recomendar para os anunciantes uma combinação de anúncios e histórias patrocinadas que são mais adequadas para atingir seus objetivos.

O Facebook começou a testar na última quinta-feira (9) um projeto renovado de sua ferramenta de criação de anúncios que tem como objetivo agilizar o processo de criação. A ferramenta irá agora recomendar para os anunciantes uma combinação de anúncios e histórias patrocinadas que são mais adequadas para atingir seus objetivos (por exemplo, "aumentar o número de pessoas que curtem sua Página" ou "promover mensagens da Página"). "Temos visto que os anúncios junto às histórias patrocinadas, quando combinadas, fornecem o melhor impacto para os anunciantes", diz nota da companhia.
"Em maio, nós deixamos mais simples para os anunciantes medir o desempenho de anúncios com base no objetivo declarado pelo anunciante (por exemplo, páginas curtidas e aplicativos instalados). As mudanças de hoje para o fluxo de criação de anúncios faz com que todo o processo de criação, otimização e medidas de campanhas fiquem mais fáceis através de recomendações objetivas. (Note que não há mudanças sendo realizadas na API, esta é uma alteração de design)", complementa a nota. 
Fonte: Administradores.com

País criou 142,4 mil empregos em julho. Qualifique-se e garanta seu espaço!

Dados do Caged apontam alta de 0,37% em relação a junho. No acumulado do ano, país criou 1,232 milhão de empregos

O Ministério do Trabalho informou nesta quinta-feira (16) que foram criados em julho 142.496 empregos com carteira assinada no país, aumento de 0,37% em relação a junho. Os dados são do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged).

No acumulado do ano até julho, o Brasil criou 1.232.843 empregos, número 3,25% superior ao registrado em igual período do ano passado. Esse número, informou o ministério, corresponde à série ajustada, que incorpora informações declaradas fora do prazo.
De acordo com os dados do Caged, foram admitidos no mês de julho 1.753.241 de pessoas, e demitidas 1.610.745 – o que leva ao saldo de 142,4 mil empregos criados.
Setores
Todos os setores analisados expandiram o nível de emprego em junho, aponta o ministério. O setor de serviços foi o que verificou maior crescimento em número de vagas, com acréscimo de 39.060 postos (+0,25%). Na agricultura foi observada a maior taxa de crescimento: 1,42%, o equivalente a 23.951 novos postos.
Estados
O estado que mais criou vagas foi São Paulo, com saldo de 47.837, seguido por Minas Gerais (19.216) e Rio de Janeiro (13.439). Nos últimos lugares estão Alagoas, com 169 empregos criados, e Tocantins, com 74.
A indústria de transformação criou 24.718 pontos de trabalho, alta de 0,30% e resultado superior ao de julho de 2011 (23.610). Segundo o ministério, é a média para o mês desde 2003 (27.707), “contrapondo-se ao desempenho tímido ocorrido nos últimos meses.”
A indústria de alimentos criou 7.537 novas vagas – alta de 0,40% –, o maior número do setor; seguida pela indústria de calçados, que registrou 4.335 novos postos (+1,21%).
Fonte: G1.com.br

terça-feira, 14 de agosto de 2012

Conheça a empresa que está revolucionando o conceito de Gerenciamento de Projetos no Brasil através de práticas das melhores escolas do mundo



O Instituto de Desenvolvimento em Gestão e Projetos (IDGP)  nasceu devido a necessidade do mercado de inovações no meio profissional.  Nosso instituto dedica-se à desenvolver e difundir métodos e técnicas de gestão de projetos estratégicos afim de gerar resultados de alta performance com destaque no mundo corporativo.

O IDGP acredita em parcerias e busca estabelecer  uma  equipe constituída não só de membros do instituto, mas também de clientes, criando assim relações de troca. Dessa maneira obteremos sinergia para alcançar de forma mais efetiva os objetivos e aprender o conhecimento prático através de um aprendizado com vivências em gestão de projetos.

O que oferecemos é mais do que gestão de projeto: é o entendimento da gestão como competência essencial da organização, fazendo parte do dia-a-dia, ajudando a sua organização a criar raízes e se desenvolver para o futuro.
Nosso diferencial no mercado é pautado na visão holística de Gestão de Projetos, entendendo que cada organização tem culturas e competências distintas, sendo assim individuais. Contudo, o mercado busca empresas capazes de suprir suas necessidades, e em um ambiente de hipercompetição, o desenvolvimento de vantagem competitiva sustentável, baseado em previsibilidade e competitividade é a chave para o sucesso. 

Faça do seu projeto um sucesso!

Por que alguns projetos ou ideias colam, e outros não? É possível descobrir os elementos que estão na base das ideias que fazem sucesso? De acordo com os educadores norte-americanos Chip e Dan Heath é possível não só criar projetos que colem, como também identificar os que têm potencialidade para colar.

Na hora de propor um projeto, não basta se preocupar com sua viabilidade técnica, com o possível retorno financeiro, com os recursos. É preciso cuidar da venda do projeto para que ele “cole” na organização. Com isso você vai garantir o patrocínio e os recursos necessários para viabilizar sua realização.

Tendo como base no livro “Made to Stick”vamos explorar princípios que vão ajudar seu projeto a colar.


1 – Simplifique - Para um projeto colar, ele tem que ser simples e para ser simples, é preciso encontrar a sua essência, isto é, eliminar elementos supérfluos e superficiais, bem como outros aspectos que sejam importantes, mas não os mais importantes. Além de buscar o essencial, o projeto deve ser compacto.
2 – Surpresa – Para colar o projeto precisa gerar interesse e curiosidade, abrindo lacunas no conhecimento das pessoas, para depois, preenchê-las. Projetos que colam precisam ser inesperados, atrair a atenção das pessoas e fazê-las pensar.
3 – Concretude - Quanto mais concretos forem os objetivos do projeto maiores são as chances dele colar. Isso se deve, em grande medida, à capacidade de nosso cérebro de fazer conexões que nos permitem recordar de dados concretos. Precisamos construir projetos que tenham sentido prático.
4 – Credibilidade - Esse quarto princípio trata da seguinte questão: como fazer as pessoas acreditarem em nossos projetos? Ter uma autoridade que as sustente pode ser importante, mas o fato é que os projetos devem adquirir credibilidade por si próprios.
5 – Sentimentos - Para os projetos colarem, as pessoas precisam se importar com eles. Desafio, nesse terreno, é descobrir a emoção certa a ser associada ao projeto. Para fazer com que as pessoas se importem, é preciso não criar barreiras à sua capacidade de sentir.
6 – Relatos - Contar histórias é um mecanismo poderoso para fazer as pessoas agirem sobre nossos projetos, pois ao escutá-las, entramos numa espécie de simulador de voo mental. Quando nos deparamos com aquela mesma situação no ambiente físico fica mais fácil agir.
Fonte: Project builder